quarta-feira, 17 de outubro de 2018

Senhores do Submundo (Inferno)

Toda mitologia, desde as mais antigas até as modernos, tem um local que seria submundo. Esse local recebe diferentes nomes em diferentes culturas, em alguns casos nem chega a ser um lugar propicio à punição, mas apenas um abrigo para os mortos. Fato é que todos esses submundos tem seu gestor, que sempre é uma divindade, seja para o bem ou para o mal.
Nesse post vamos conhecer essas divindades que tomam conta dos submundos, que o cristianismo chama de "Inferno",



Mitologia Egipcia - ANUBIS

Deus da morte no Egito Antigo, mumificação, origem, funções, religião egípcia, mitologia do Egito, deuses egípcios. De acordo com a mitologia do Egito Antigo, Anúbis era o deus da morte, da mumificação e do submundo. Anúbis era representado nas pinturas com o corpo de homem com a cabeça de um chacal.
Os egípcios acreditavam que no julgamento de um morto o coração dele era pesado numa balança e a Pena da Verdade (que pertencia à consorte de Toth, Maat, a deusa da verdade). Caso o coração fosse mais pesado que a pena o defunto era comido por Ammit (um demônio cujo corpo era composto por partes híbridas de leão, hipopótamo e crocodilo), mas caso fosse mais leve a pessoa em questão poderia ter acesso ao paraíso ou a alma voltaria ao corpo. Anúbis era quem guiava a alma dos mortos.

Mitologia Hitita - ILUIANCA

Não é bem uma divindade, mas a mitologia hitita é muito remota e pelo que se sabe hoje, essa serpente é a maior representação de uma divindade do submundo.
A serpente Iluianca, através de peripécias pouco inteligíveis, entra em luta com o Grande Deus, inimigos que eram há muito tempo. Depois que a serpente Iluianca o atacou, o deus quei­xa-se amargamente e quer que a castiguem. Então o deus Inara prepara uma grande festa e enche bilhas e bilhas com diversas bebidas; enfeita-se e convida a Grande Serpente a sair da sua cova e vir comer e beber; e a serpente Iluianca veio com seus filhotes; comeram e beberam, esvaziaram todas as bilhas e apla­caram a vontade de beber; de sorte que não puderam mais entrar na cova. Então aproveitaram a ocasião e amarraram a Grande Serpente; o Grande Deus, auxiliado de outras divindades, a exter­minou. Esse mito parece ser uma réplica da história de Tiamat, o Caos (um dragão) e da Grande Serpente que o deus Asar vigiava, na literatura babilônica.

Mitologia Grega - HADES

Na mitologia grega, Hades era o deus responsável por governar o mundo subterrâneo e as almas após a morte. Era filho de Cronos e de Réia, irmão de Zeus (deus dos deuses) e de Poseidon (deus dos mares).
Hades costuma apresentar um papel secundário na mitologia, pois o fato de ser o governante do Mundo dos Mortos faz com que seu trabalho seja "dividido" entre outras divindades, tais como Tânato, deus da morte, ou as Queres (Ker) - estas últimas retratadas na Ilíada recolhendo avidamente as almas dos guerreiros, enquanto Tânato surge nos mitos da bondosa Alceste ou do astuto Sísifo. Como o senhor implacável e invencível da morte, é Hades o deus mais odiado pelos mortais, como registrou Homero (Ilíada 9.158.159). Platão acentua que o medo de falar o seu nome fazia usarem no lugar eufemismos, como Plutão (Crátilo 403a).

Mitologia Romana - PLUTÃO

O mesmo que o Hades pra os gregos. Deus da riqueza e da morte, senhor do mundo inferior. Irmão de Júpiter e Netuno.

Mitologia Suméria - ERESHKIGAL

Ereshkigal era uma das grandes divindades sumérias, filha de Anu o antigo senhor do Céu e Nammu, a senhora dos oceanos e irmã gêmea de Enki. O seu nome significa "Senhora da Grande Habitação Inferior" ou ainda "Senhora dos Vastos Caminhos", tal nome indica que é a rainha do inferno, pois "vastos caminhos" tanto como "terras vastas" eram eufemismos para se falar do Inferno, terra cujos caminhos são infindáveis e sem rumo certo. Assim, Ereshkigal é a rainha de Kur-Nu-Gia "A Terra do Não Retorno".
Apesar de ser a rainha do inferno e governante dos demônios e dos deuses obscuros, Ereshkigal é uma dos grandes deuses Anunnaki, a quem Anu delegou o dever de ser a juíza das almas dos mortos. Ela é quem julga os casos dos homens e mesmo dos deuses, mesmo depois de já julgados pelo grande conselho dos 12 deuses, como aconteceu com Enlil, quando do seu crime de violentar a jovem deusa Ninlil.

Mitologia Nórdica - HELA

Na mitologia nórdica, Hela (Hel ou Hell) é a deusa do Reino dos Mortos, igualmente designado por Hel. É filha de Loki e da gigante Angurboda, irmã mais nova de Fenrir e da serpente Jörmungandr, do oceano que circunda Midgard.
Hel foi banida por Odin para o mundo inferior que recebeu seu nome, Helheim, que fica nas profundezas de Niflheim. Helheim fica às margens do Rio Nastronol, que equivale ao Rio Aqueronte da mitologia grega. Lá, recebeu o poder de dominar nove mundos ou regiões, onde distribui aqueles que lhe são enviados, isto é, aqueles que morrem por velhice ou doença.
A personalidade da deusa Hel difere das dos deuses do mundo inferior das demais mitologias: Ela não é boa e nem má, simplesmente justa. Quando os espíritos dos bondosos, dos doentes e dos idosos eram trazidos à sua presença, ela cuidava deles e lhes dava conforto. Mas àqueles a quem ela julgava como maus, impiedosamente os arremessava nas profundezas geladas de Niflheim.

Existe um jogo de videogame XBOX ONE e PS4 chamado Hellblade, que mostra o caminho para chegar à Hela, jogo perfeito, no que se trata de mitologia.

Mitologia Celta - ARAWN

A mitologia celta descreve Arawn como o deus que representa a vingança e o terror, deus do submundo e dos mortos. Segundo o que diz a mitologia, Arawn acabou trocando de corpo com Pwyll (Príncipe de Dyfed), e uniram suas forças espiritual e humana. Durante esse tempo, Pwyl conseguiu derrotar o principal inimigo de Arawn, chamado de Hafgan. Quando o tempo de troca chegou ao fim, ambos estavam satisfeitos com o que o um havia conseguido fazer pelo outro.





Mitologia Asteca - MICTECACIHUATL

Duvido vocês conseguirem pronunciar o nome desse deus.
Também denominado Micli ou Mictlantecuhtli (Senhor do Reino dos Mortos, na língua asteca), deus que é o governante de Mictlan, a camada mais profunda do submundo asteca. É um dos mais assombrosos deuses astecas conhecidos, representado como uma pessoa vestindo uma caveira com dentes salientes, ou como um esqueleto. Sua esposa é Mictecacihuatl. Seus animais simbólicos são a aranha, a coruja e o morcego. É o deus regente do signo do Cão no horóscopo asteca.
Mictecacihuatl tem o papel de zelar pelos ossos dos mortos e presidiu ao longo dos antigos festivais dos mortos, evoluindo da tradição asteca para o Dia dos Mortos moderno, após síntese com tradições culturais espanholas.



Mitologia Chinesa - YANLUO

Governante do inferno, poca coisa sabemos dele, não era um deus muito representativo, ao que parece. É uma divindade de origem budista.

Mitologia Eslava - VELES

Veles (Weles, Wołos, Velesъ) é um deus eslavo do submundo, magia, juramentos, sabedoria e abundância.
Veles é retratado como um deus com chifres, muitas vezes acompanhado por um urso ou vestindo peles de urso (em escrituras eslavas​, os ursos estão associados ao submundo) e segurando um cetro, o que pode nos lembrar de uma Serpente - que é sua outra forma. É na forma de um Rei Serpente (uma serpente ou um dragão) que Veles luta com Perun a cada ano - ele ganha a luta durante o Outono e traz Inverno sobre a Terra e perde durante a Primavera que traz um novo ciclo.




Mitologia Inuíte - SEDNA

Sedna governa o mundo marinho e o Advlum, que seria o submundo inuíte, não se trata de uma deusa má, pode-se dizer que era uma gestora do submundo. É também a divindade mais adorada pelos inuítes.

Mitologia Persa - AHRIMAN

Ahriman é equivalente de Satanás, ele é o portador da morte, da doença, de todos os males e de todos as maldades do mundo. Ah, e ele também é o irmão de Ahura Mazda, o que seria o deus bom.
Ahriman tem demônios à sua disposição, chamados ‘daevas’, que se espalham e injetam o mal em quem ele quiser no mundo todo. Nos tempos finais, Ahura Mazda triunfará sobre seu irmão infernal, e tudo será colocado no mundo certo.





Mitologia Japonesa - IZANAMI

Na Mitologia Japonesa, Izanami (Jイザナミ significando "Ela que convida") é uma deusa tanto da criação como da morte, e também esposa e irmã de Izanagi, com encargos de criar os deuses inferiores e o homem. O nascimento do deus Fogo causou-lhe a morte.








Agora vou listar de algumas religiões modernas, como o cristianismo, em respeito aos leitores, não vou tratar como mitologia.
Segue a lista:

Ioruba - NANÃ

De forma alguma representa o mal, trata-se de uma divindade mito respeitada, que cuida dos mortos, por assim dizer.
Nanã é um vodun e orixá das chuvas, dos mangues, do pântano, da lama, senhora da morte, e responsável pelos portais de entrada (reencarnação) e saída (desencarne). Identificada no jogo do merindilogun pelo odu ejilobon e representado materialmente no candomblé através do assentamento sagrado denominado igba nanã.
Afirma-se que Nanã era a rainha de um povo e que tinha poder sobre os mortos. Para roubar esse poder, Oxalá desposou-a, mas não ligava para ela. Nanã, então, fez um feitiço para ter um filho. Tudo aconteceu como ela queria mas, por causa do feitiço, o filho, Omolu nasceu todo deformado. Horrorizada, Nanã jogou-o no mar para que morresse. Como castigo pela crueldade, quando Nanã engravidou de novo, Orunmilá disse que o filho seria lindo mas se afastaria dela para correr mundo. Assim, nasceu Oxumaré, que, durante seis meses do ano, vive no céu como o arco-íris, e nos outros seis é uma cobra que se arrasta no chão.

Hindu - YAMA

Yama (em sânscrito: यम) é o deus da morte e o senhor do Samsara no Hinduísmo, primeiro registro feito nos Vedas. Yama pertence às primeiras camadas da mitologia indo-ariana. Na tradição védica Yama foi considerado ser o primeiro mortal que morreu e espiou o caminho para a morada celestial, e em virtude da sua precedência ele tornou-se o regente dos mortos. Em algumas passagens, entretanto, ele já é considerado deus da morte. O nome Yama pode ser interpretado pelo significado de "gêmeo", pois em alguns mitos ele faz par com sua irmã gêmea Yamī.
Yama é assistido por Chitragupta que é encarregado da tarefa de manter registros completos das ações dos seres humanos na Terra, até a sua morte, decidindo como recomenda-los enviando para o paraíso ou o inferno, dependendo das suas ações na Terra (Karma).
Yama é também o senhor da justiça e é as vezes referido como Dharma, em referencia a sua dedicação sem reservas em manter a ordem e a apegada à harmonia. Ele é dito também ser o mais sábios dos devas.

Islã - IBLIS

Iblīs (árabe: إبليس), é o principal demônio no Islão.
O Corão menciona que ele era um Jinn (18-50) e que foi criado do fogo,(7-12)(38-76) - e não um anjo caído conforme a tradição cristã, pois para o Islão, um ser criado inteiramente para servir a Deus (como um anjo) não poderia vir a desobedecê-lo, pois se isso ocorresse, seria negar a onipotência e soberania de Deus sobre todas as coisas.
Iblis era um Djinn, uma criatura feita de fogo sem fumaça por Deus (da mesma forma que os humanos foram feitos de barro). Num rompante motivado por inveja, Iblis desobedeceu Allah e foi expulso da Sua presença. Ele foi lançado na Terra, juntamente com Adão e Eva, depois de os haver iludido a comer do fruto proibido, embora neste papel ele seja referenciado como ash-Shaitan. Ele foi em conseqüência condenado por Deus ao Inferno. Ele replicou dizendo que queria trazer todos os habitantes da Terra para baixo com ele, e Deus, para testar a Humanidade e os Jinni, permitiu-lhe que vagasse pela Terra para tentar desviar outros.

Vodu - BARÃO SAMEDI

No Voodoo e Vodou haitiano, Baron Samedi é um dos aspectos do Baron, um dos loa. Ele é um loa dos mortos, junto com inúmeras outras encarnações do Barão, Baron Cimetière, Baron La Croix, e Baron Kriminel. É um espírito muito temido ou Lwa na religião vodou haitiano. Ele é concebido como um assassino que foi condenado à morte, sendo chamado a pronunciar-se em julgamentos rápidos.
Baron Samedi é usualmente descrito com um chapéu branco, terno preto, óculos escuros, e algodão tampando as narinas, semelhante a um cadáver vestido e preparado para o enterro no estilo haitiano. Ele tem a cara freqüentemente parecida a uma caveira branca (ou de fato tem uma caveira como cara) e fala com uma voz nasal. Ele é o cabeça da Guédé família de Loa, ou um aspecto deles, ou possivelmente o seu pai espiritual. Sua esposa é a loa Maman Brigitte. 'Samedi' significa 'sábado' em francês, embora haja etimologia alternativa.
Baron Samedi de pé nos cruzamentos, onde as almas dos humanos mortos passem a caminho de Guinee. Bem como sendo o loa sábio da morte, ele é um loa sexual, freqüentemente representado por símbolos fálicos e famoso pela perturbação, obscenidade, deboche, e tendo uma predileção especial para o tabaco e o rum. Além disso, ele é o loa do sexo e ressurreição, e nesta última capacidade que ele muitas vezes é invocado por aqueles que estão perto da morte ou a morte se aproxima, para cicatrização, já que é apenas o Barão que aceita um indivíduo no reino dos mortos. Ele é considerado um juiz sábio, e um mágico poderoso.

Cristianismo - LÚCIFER

O mais belo dos anjos.
A palavra Lúcifer significa “Portador da Luz” e foi usada como termo genérico para se referir a Vênus. Ao longo da História, Lúcifer foi o nome utilizado para, como na música acima, falar a respeito do “coisa ruim”. Em Isaías 14:12 há o trecho “Como caíste desde o céu, ó Lúcifer, filho da alva!”. O trecho pode nos fazer entender que, de fato, Lúcifer é o “anjo caído”, como também é conhecido
Na verdade, no mesmo livro, um pouco antes, em 12:4, há o começo da passagem: “Então proferirás este provérbio contra o rei de Babilônia”, sendo que o final da passagem, em 14:22, conclui: “Porque me levantarei contra eles, diz o Senhor dos Exércitos, e extirparei de Babilônia o nome, e os sobreviventes, o filho e o neto, diz o Senhor”.
Ou seja: no Antigo Testamento, Lúcifer se refere a um determinado Rei da Babilônia, que é considerado, no cristianismo, uma metáfora para o Príncipe do Mal. No cristianismo, Lúcifer não é o nome do demônio; na verdade, o uso de “Portador da Luz” tem a ver com Vênus, que some durante o dia.
Lúcifer é a tradução da Bíblia em Latim de Luciferum , aparece apenas uma vez na Bíblia Hebraica e de acordo com a influência da versão do Rei Jaime significa "o brilhante, estrela da manhã, Lúcifer". A palavra Lúcifer provém da Vulgata,  Isaías 14:12 significando "a estrela da manhã, o planeta Vênus", ou, como um adjetivo, "portador da luz" , um nome, literalmente "o que traz o anoitecer", para a estrela da manhã.
A religião judaica não possui um ser todo malévolo, que combata contra o Criador. Por outro lado, o nome hilel ben shachar (filho d'alva), achado nos livros dos Profetas Isaías e Ezequiel a quem muitos atribuem ao Diabo, no contexto judaico relevo nenhum tem, pois se trata de uma referência ao rei da Babilônia, Nabucodonosor, que era daquela alcunha chamado. Atribui-se ao erro de interpretação, segundo a visão hebraica, a leitura da frase fora do contexto geral, pelo qual o profeta fazia uma exortação direta ao monarca.
De acordo com São Jerônimo, Lúcifer era o nome do principal anjo caído, e seu nome em hebraico, helel, é derivado do verbo lamentar, pois ele lamenta a sua queda e a perda do seu brilho. Esta visão prevaleceu entre os Padres da Igreja, de forma que Lúcifer não fosse o nome próprio do diabo, mas apenas o seu estado anterior à queda.
Conforme o teólogo e parapsicólogo, Óscar G. Quevedo, Lúcifer passou a ser identificado como Satã, após Orígenes, sendo a passagem de Isaías 14:12 como sendo uma queda do reinado tirânico de Nabucodonosor II, rei da Babilônia; a queda de Hélél ben Shadar da mitologia fenícia. Sendo assim, uma ameaça divina meramente metafórica, sendo posteriormente materializada por judeus e cristãos, convertendo esses deuses pagãos em demônios, algo alheio a revelação, ou seja, metafórico. Não existindo nada com relação ao um anjo caído, nem relação direta com a terminologia Diabo, que provem do latim, Satã originária do hebraico ou demônio que provem do grego.

A questão é que a humanidade dá nome às coisas desde que o mundo é mundo. Quando o assunto envolve o imaginário maligno que seria capaz de explicar algumas fatalidades, a variedade de nomenclaturas é realmente grande, principalmente se levarmos em consideração períodos históricos e crenças religiosas diferentes.

DYBBUK: essa é uma figura do mal para a cultura judia. Trata-se do espírito de um pecador que, de vez em quando, decide invadir o corpo de algumas pessoas. A vítima pode demorar algum tempo para perceber que está com o Dybbuk no corpo, mas, assim que a alma demoníaca se manifesta, o “hospedeiro” vai viver alguns dias de sofrimento.

Os judeus acreditam que esse espírito maligno só invade corpos de pessoas pecadoras, o que sustentaria o argumento de que é preciso “andar na linha” para evitar ser possuído pelo demônio.

RAKSHASA: tanto no budismo quanto no hinduísmo há quem sinta medo de Rakshasa, que são demônios raivosos capazes de mudar de forma, criar ilusões e fazer uma espécie de “magia do mal”. Esse demônio tem garras ou unhas tóxicas, que usa para capturar as pessoas que devora.

Rakshasas podem aparecer de diferentes maneiras: feios, bonitos, de “carne e osso” ou só em espírito, além de existirem em formas animais. O rei Ravana era o pior Rakshasa, conhecido por ter pelo menos dez faces, doze braços e muita destreza.

ABADDON: textos do judaísmo tradicional usam a palavra como um sinônimo de “destruição”, mas alguns textos mais modernos já associam a palavra a um ser do mal, temido por ter muito poder. Algumas versões do demônio o colocam como uma nova versão do anjo Muriel, que reuniu a poeira para criar Adão.

Ao que tudo indica, porém, a característica de anjo teve fim, afinal algumas descrições falam dele como uma figura maligna em um trono de vermes, comandando um exército de gafanhotos em forma de cavalos com rostos humanos e rabos de escorpião.

Esse post tem caráter explicativo, sem nenhum cunho religioso, espero com isso não ter ofendido nenhuma religião.

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